Redes sociais: qual a ideal para sua empresa?

Rede social: qual é a ideal para divulgação da sua empresa?

Independentemente do setor ou porte do negócio, as redes sociais são essenciais para a divulgação de sua empresa. Saiba como utilizá-las para que a sua marca cresça e apareça no meio digital.

Redes sociais: qual a ideal para sua empresa?

Redes sociais: qual a ideal para sua empresa?

Independentemente do setor ou porte do negócio, as redes sociais são essenciais para a divulgação de sua empresa. Saiba como utilizá-las para que a sua marca cresça e apareça no meio digital.

Fonte: E-Commerce News

São muitas as opções: LinkedIn, Instagram, Facebook, YouTube, Pinterest, Twitter… Então, qual é a ideal para a divulgação do meu negócio?
Em primeiro lugar, você deve ter em mente que, muito além da simples divulgação de seus produtos ou serviços, as redes sociais devem ser utilizadas como ferramenta de interação.

O consultor de negócios Adriano Nodari explica que o bom uso das mídias sociais faz parte de um bom marketing de relacionamento, vital para qualquer negócio e que, antes de propor uma venda, é importante que a empresa marque presença nas redes sociais: “A internet é lugar de discussão de ideias, de interação e saber usar as redes sociais adequadamente pode fazer com que um negócio conquiste a confiança, e o principal objetivo, o engajamento dos clientes. Antes de oferecer um produto, ofereça uma informação útil, que será valiosa para aquele usuário e, se ele se sentir atendido, pode ter certeza, vai procurar mais informações sobre o seu negócio.”

Redes sociais para a divulgação – as mais importantes na atualidade

É preciso estar em todas as redes sociais? Depende das redes sociais que os seus clientes utilizam: “O primeiro passo é conhecer bem o seu público-alvo e definir quais as personas que sua empresa quer alcançar. É clichê, mas sua empresa precisa estar onde seu público está.”

As principais redes sociais para as empresas:

LinkedIn – É uma das principais redes sociais para empresas. No LinkedIn, é possível ter um perfil do seu negócio, assim como no Facebook, mas com uma diferença: a possibilidade de gerar relacionamentos mais consistentes é maior, o networking é uma realidade dessa rede social desde sua criação, por isso, desenvolver parcerias e até mesmo encontrar investidores em potencial é bem mais viável pelo LinkedIn. Essa rede possibilita o compartilhamento de imagens, vídeos e textos, o que pode melhorar o relacionamento de sua empresa com o público e gerar maior visibilidade para a sua marca.

Facebook – Essa é a segunda entre as redes sociais ideais para a divulgação de um negócio. Por meio de uma fanpage é possível interagir através de conteúdos atraentes, mesclando imagens, vídeos e textos. Os compartilhamentos e curtidas podem gerar leads para o seu negócio, levando pessoas que nunca ouviram falar de sua empresa ao conhecimento da sua marca (Awareness).

Instagram – Essa é uma das redes sociais que mais cresce no mundo. Em Junnho/2018, o Instagram alcançou a marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês. O Facebook não revela informações financeiras do Instagram separadamente, mas estima-se que a plataforma consiga gerar 28% de toda a receita arrecada pela Facebook Inc. É possível publicar fotos e vídeos acompanhados de textos e, por meio das hashtags, tornar o seu conteúdo facilmente encontrado por aqueles que se interessam pela informação que está oferecendo.
Ambas as redes, Facebook e Instagram oferecem opões para sorteios, campanhas e anúncios.

YouTube – Há algum tempo, é uma das redes sociais mais importantes para gerar visualizações para as marcas. Esqueça a palavra vídeo quando for falar no YouTube como ferramenta no marketing digital. A ferramenta oferece conteúdo que, quando bem produzido, pode levar à interação e até à monetização, através de anúncios.

Twitter – Ideal para a divulgação, a ferramenta também conhecida como microblog, a princípio aceitava conteúdos com o limite de 140 caracteres, número que foi aumentado ano passado para o dobro (280). Você sabia que a maior parte das notícias no mundo começa com o que bomba no Twitter? Quer ficar atualizado sobre o que está acontecendo na internet? Acesse o Moments, e fique por dentro dos principais assuntos da atualidade. No Twitter, seus seguidores podem mencionar seu negócio, fazer perguntas, elogios e críticas. No Trending Topics é possível acessar os assuntos de maior visibilidade no Brasil e no mundo. Quando bem utilizado, o Twitter pode estar entre as mais importantes redes sociais para empresas, principalmente no relacionamento antes e após a compra de um produto/serviço.

WhatsApp – Com mais de 120 milhões de usuários ativos mensais no Brasil, é uma ferramenta de comunicação poderosa, com acesso direto ao seu prospect ou consumidor. Você deve solicitar uma autorização do cliente para começar a enviar o seu conteúdo e lembre-se de segmentar os contatos por interesse/cluster, para evitar SPAMs. Depois da criação da versão web, que pode ser acessada pelo notebook ou computador, o envio de mensagens e imagens por listas de transmissão tornou-se ainda mais eficiente, nesta que já se tornou umas das principais redes sociais para empresas.

Redes sociais – Uso consciente

Vale lembrar que é importante que as redes sociais utilizadas pela sua empresa tenham coerência entre si e periodicidade na veiculação de seu conteúdo. Nodari acrescenta a importância das empresas assumirem uma identidade visual em todas as redes sociais em que estiverem presentes, e ressalta que cada rede social tem sua linguagem própria, o que torna essencial estudar uma a uma, antes de utilizá-las: “Pode ser necessária a ajuda de um profissionais especializados para a criação de identidade visual, que será a sua presença no mundo digital. Todas as redes precisam ter um mesmo padrão visual, para serem facilmente reconhecidas pelos clientes e futuros clientes. Escolha as redes que mais podem atender ao seu negócio e foque nessa divulgação. Mas não se esqueça do mais importante – interagir é mais importante do que propor a venda do seu produto de cara”, finaliza.

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Publicidade digital cresce 26% no Brasil em 2016

Publicidade digital cresce no Brasil em 2016

Fonte: Blue Bus O mercado nacional de publicidade digital faturou R$ 11,8 bilhões em 2016, valor 26% maior do que o registrado no ano anterior, segundo a pesquisa “Digital AdSpend 2017”, liderada pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), entidade que…

Publicidade digital cresce 26% no Brasil em 2016. Foto: Divulgação

Fonte: Blue Bus

O mercado nacional de publicidade digital faturou R$ 11,8 bilhões em 2016, valor 26% maior do que o registrado no ano anterior, segundo a pesquisa Digital AdSpend 2017, liderada pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), entidade que reúne mais de 250 associados entre anunciantes, veículos, agências e empresas de tecnologia.

Em 2017, a publicidade digital deve atingir R$ 14,8 bilhões, representando cerca de 1/3 do total investido no mercado publicitário brasileiro. Os resultados superaram as previsões, que apontavam para um crescimento de 12% no ano.

Realizada pela comScore pelo 3º ano consecutivo, a pesquisa abrange compradores e vendedores de mídia, entre anunciantes, veículos, ad networks, agências e outras empresas que compõem o cenário de mídia nacional, e são referendados por dados do IAB Brasil e pesquisas internacionais.

Na distribuição dos recursos por formato de mídia, as sessões: Buscas, Classificados e Comparadores de Preço continuam a responder por quase metade do investimento, com R$ 5,7 bilhões (48,5%), seguido por Display e Social, com 32,5% do total (R$ 3,8 bilhões) e Vídeos, com R$ 2,2 bilhões (19%). A participação do vídeo, por exemplo, mais do que dobrou em relação a 2015 e representou quase 1/5 da publicidade digital. Pela 1ª vez, o Digital AdSpend apresenta uma visão de compra de mídia programática. Esta edição traz um recorte referente ao programático display, que já representa 16,5%, ou R$ 1,9 bilhões, do total de investimento na publicidade digital.

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Thumb recebe selo Profissional Certificado ComSchool

Thumb recebe selo Profissional Certificado ComSchool. O selo comprova que nossa Agência investe constantemente na capacitação e atualização de seus profissionais. A certificação nos mantém sempre em dia com os temas da atualidade e áreas como: Excelência e Ética nas Redes…

Thumb recebe selo Profissional Certificado ComSchool.

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Pokémon Go no Brasil. Divulgação: Meio&Mensagem

O Pokémon Go chegou. E agora, Brasil?

Com o lançamento no País, agências discutem a eficiência e as possibilidades a serem exploradas pelo marketing no jogo da Niantic. Fonte: Meio&Mensagem Após um mês do lançamento nos Estados Unidos, o cobiçado Pokémon Go chegou ao Brasil na tarde…

Com o lançamento no País, agências discutem a eficiência e as possibilidades a serem exploradas pelo marketing no jogo da Niantic.
Fonte: Meio&Mensagem

Pokémon Go no Brasil. Divulgação: Meio&Mensagem

Pokémon Go no Brasil e suas possibilidades reais para o Marketing. Divulgação: Meio&Mensagem

Após um mês do lançamento nos Estados Unidos, o cobiçado Pokémon Go chegou ao Brasil na tarde desta quarta-feira, 3, disponível na Apple Store e no Play Store. O jogo, tão comentado pelo mercado publicitário, pelo uso que faz da realidade aumentada e ao alto nível de engajamento que gera, agora é realidade também para o mercado brasileiro. E junto com a chegada do game fica também a pergunta: o que o Pokémon Go pode trazer de oportunidades para as agências e marcas aqui no Brasil?

Qualquer nova plataforma deve ser vista com um olhar atento pelas marcas, diz Roberto Grosman, co-CEO da F.biz. “Seja de comunicação, entretenimento ou até de serviços, traz oportunidades para as marcas. A grande questão não é “se” mas “qual” e “como”. A atuação da marca tem que ser integrada de forma natural à plataforma, trazendo um benefício e não sendo uma interrupção aos usuários que lá estão”, diz Grosman. Ele explica que um dos principais ativos do Pokémon Go é o nível de engajamento. “A marca que conseguir se inserir sem “atrapalhar” a experiência do usuário, pode se beneficiar da experiência incrível do jogo”, diz.

“O mais bacana do Pokemon Go é popularizar um comportamento que já vem sendo experimentado há algum tempo que é a realidade aumentada. por enquanto só se viu poucas iniciativas muito experimentais e esse formato de espaço real interagindo com elementos virtuais é muito potente”, diz Tiago Ritter, CEO da W3haus.  O executivo exemplifica a aplicação dos conceitos de realidade virtual, por exemplo na experimentação de uma maquiagem, uma roupa, um acessório. “O que antes era experimentação de nerd, pode ficar popular”, conclui.

Victor Azevedo, do IBMEC e sócio da Codezone, acredita que a estratégica da Niantic, apesar de incoerente, por demorar a lançar o game aqui, tendo em vista que o Brasil está entre os 15 maiores mercados para os jogos no mundo, traz várias oportunidades. “O jogo foi criado para ter interação humana com os lugares, ou seja, consumidor com bens de consumo. Temos que encarar como uma mídia onde as empresas podem definir para onde as pessoas devem procurar novos e raros Pokemon’s. ”. Nos Estados Unidos, cafeterias e restaurantes já usam o jogo para atrair clientes. Fora do Brasil, o McDonald´s foi a primeira marca a se associar oficialmente ao game. A rede confirmou, no Japão, que seus trinta mil restaurantes terão localização patrocinada no jogo.

Hércules Pereira, sócio diretor de mídia da Purple Cow, acredita que o desafio as marcas e aos desenvolvedores para criarem soluções que sejam ao mesmo tempo interessantes e para conseguir cativar novos usuários e clientes. “O Pokemon Go reforça uma tendência que está cada dia mais forte: digital (mobile) x mundo físico, afinal a maior parte das oportunidades mais claras com o game são a grande integração que ele faz do virtual com o real. Pois, abre aspas, “leva pessoas para os lugares físicos jogarem”, ou seja toca num ponto que os gigantes digitais (Google e Facebook) mais correm hoje, conseguir influenciar os negócios físicos a partir do universo digital.”

Acesse o conteúdo original aqui.
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Investimentos em tecnologia somam 33% do orçamento dos departamentos de Marketing, nos EUA e Inglaterra.

Como a tecnologia vai impulsionar a (r)evolução do marketing

Marketing Technology:  investimentos em tecnologia são cada vez mais importantes para estratégias de Marketing bem sucedidas. Quem não começar a olhar agora, com seriedade, para o uso de ferramentas tecnológicas dentro das estratégias de marketing tende a perder espaço a curto…

Marketing Technology:  investimentos em tecnologia são cada vez mais importantes para estratégias de Marketing bem sucedidas.

Quem não começar a olhar agora, com seriedade, para o uso de ferramentas tecnológicas dentro das estratégias de marketing tende a perder espaço a curto e médio prazos.
Fonte: Meio & Mensagem

Investimentos em tecnologia somam 33% do orçamento dos departamentos de Marketing, nos EUA e Inglaterra.

Investimentos em tecnologia somam 33% do orçamento dos departamentos de Marketing, nos EUA e Inglaterra. Foto: Divulgação.

O uso intensivo da tecnologia tem provocado importantes transformações em alguns setores da economia e exigido mudanças nos modelos de negócio. Temos, como exemplo, os fenômenos Netflix, Uber e, mais recentemente, as Fintechs – startups de tecnologia do setor financeiro, que começam a surgir no mercado e prometem desbancar bancos tradicionais.

Esta nova e intensa forma de usar a tecnologia promete também mudar o trabalho e a atuação dos departamentos de marketing das organizações ao redor do mundo. Isso porque, a tendência de uso de MarTech (Marketing Technology) já se consolida como uma realidade em países desenvolvidos e, aos poucos, começa a ganhar espaço nas empresas brasileiras. E, é possível que as companhias e profissionais brasileiros que não começarem a olhar agora, com seriedade, para o uso de ferramentas tecnológicas dentro das estratégias de marketing tendem a perder espaço a curto e médio prazos.

Relatório divulgado pelo Gartner (Gartner CMO Spend Survey 2015-2016) aponta que, atualmente, 33% dos orçamentos dos departamentos de marketing de empresas nos Estados Unidos e Inglaterra já são dedicados a investimentos em tecnologia. E, segundo um estudo do Annuitas Group, as empresas que usam ferramentas de MarTech para buscar novos clientes têm um aumento de, em média, 451% nos leads qualificados.

A aceleração desse setor deve-se, principalmente, ao fato de que o uso intensivo de tecnologias associadas ao marketing permite que as empresas realizem campanhas com alto índice de assertividade e menor custo, ao combinar inteligência de dados para entender o comportamento dos usuários e, automaticamente, prever, metrificar e adaptar ações em tempo real.

Na prática, o conceito de MarTech vai muito além de uma simples leitura de dados ou uso de ferramentas de marketing digital. Esse conceito contempla a associação de soluções para inteligência na análise de grandes volumes de dados, com o uso de plataformas para campanhas virtuais e profissionais capacitados a orquestrar esses dois diferentes mundos, com o intuito de customizar campanhas, analisar resultados online e adaptá-las em tempo real, para atingir os públicos-alvo da forma mais rápida e assertiva possível.

No Brasil, o que se vê ainda são ofertas pontuais e que apenas se aproximam do conceito de MarTech, em alguns aspectos. Do lado dos fornecedores, há uma tendência de as agências tradicionais de publicidade migrarem para o mundo digital, enquanto fornecedores de soluções de big data vendem tecnologias para busca de dados ou “leads” para as áreas de marketing. O segredo, no entanto, está na capacidade de unir esses dois mundos, o que ainda é oferecido por um número bastante pequeno de players especializados.

Assim, os profissionais de marketing devem não só entender a fundo o conceito de MarTech e suas tecnologias, como precisam ficar atentos para utilizar essas ferramentas em sua totalidade, potencializando resultados, com menor custo e mais rapidez na conquista de clientes e consumidores. O que, em última instância, é o objetivo final de qualquer campanha bem-sucedida.

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